domingo, 7 de abril de 2013

Paralelismos

A forma como sou tratado pelas jovens e simpáticas empregadas dos bares é um reflexo directo da minha vida diária. E na noite passada tive direito a todo um knockout no seu esplendor, tendo conseguido, num espaço de cerca de dez minutos, ficar com toda a escassa auto-estima arrasada. Depois de completamente ignorado e ficar com a impressão de ser realmente invisível, ainda me conseguiu fazer sentir velho. E só isto poderá explicar o meu fascínio pelas raparigas dos bares (ver aqui, aqui e aqui). Vendem-me promessas em copos, mas lá no fundo nem sabem que existo nem estão minimamente para aí viradas. De certa forma, é uma questão de hábito.

3 comentários:

Elsa TR disse...

Rico fascínio que foste arranjar, tu. Sabes que elas têm de ser um bocado assim, imagina o que elas não devem aturar às vezes...


Já agora, como é que ela te fez sentir velho?

Erre disse...

Eu percebo e nem era por aí que estava a levar a coisa. Fui mesmo ignorado. Estávamos só duas pessoas ao balcão, eu e um amigo, ele foi atendido e quando eu ia para pedir, a moça deixou-me mesmo pendurado de carteira na mão sem razão aparente e foi-se embora. Apenas isso, nada mais. =P

Em relação ao sentir-me velho, foi apenas o facto de, quando já estava finalmente a ser atendido por outra pessoa, a rapariga ter reaparecido e me ter tratado por você depois de ter tratado o meu camarada por tu.

Tudo isto para retratar a minha "sorte" com os elementos do sexo oposto normalmente. Os meus paralelismos são apenas à posteriori e, ao contrário do que possa transparecer neste post e nos outros que rebusquei como piada, eu deixo sempre as raparigas dos bares sossegadas! =P

Elsa TR disse...

É tramado... mas não és tu que és invisível, é ela que foi mal-educada e não trabalhou como deve ser (um bocadinho de simpatia aumentava a receita, aposto).

Sempre bom quando isso acontece, sempre bom.


(não te tomo por um assediador de meninas de bar, ou pelo menos não mais que o normal :D)