quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Porque conversar comigo acaba sempre por levar ao mesmo tema

Tudo começou por causa desta tira de BD que levou ao relato por parte da minha amiga S. duma cena em que uma mulher se tinha baixado enquanto limpava uma montra e consequentemente tinha ficado com o fio dental à mostra (e mais alguma coisa para além do fio), fazendo com que o rapaz que a acompanhava ficasse extremamente interessado no panorama.

Pois bem, isto tudo levou a que a minha amiga S. iniciasse, via messenger, uma conversa comigo sobre o porquê dos homens terem tanto apreço por mulheres que abrem as pernas e, digamos assim, se põem a jeito. Palavra puxa palavra, o essencial desta brilhante e elucidativa conversa é apresentado de seguida.

(Início citação)
S. diz - Vocês... São uma coisa sem explicação.
Metacrítico diz - Nem por isso. Somos seres de trato simples, a reacção do rapaz ao fio dental mostra isso.
(...)
S. diz - Babados!
Metacrítico diz - Tu é que não estás a ver bem a coisa, mas se pensares bem dá mesmo muito jeito (referindo-me à cena da espargata). As pernas até atrapalham em certos aspectos!
S. diz - Olha.. estás a merecer levar uma resposta, estás estás! Eu não faço espargatas e as minhas pernas nunca atrapalharam! ... por sinal... acho que até sou bastante boa naquilo que faço!
Metacrítico diz - (Rindo compulsivamente) Too much information!
S. diz - E mais não digo.
Metacrítico diz - Não é preciso mesmo. Já está tudo dito!
(...)
S. diz - Basta ser-se bom no que se faz. Oraaaaaaaa e tu não eras bom no que fazias?
Metacrítico diz - Tinha dias...
S. diz - Não te desvalorizes! A não ser que tenhas recebido queixas...
Metacrítico diz - Não, mas também não sei se quereria saber... No entanto até que era uma ideia interessante... Um gajo ter um questionário escrito para a avaliação "do desempenho"! Depois era só distribuir pelas ex-namoradas. É que podíamos sempre afirmar que era para uma procura pela melhoria constante do serviço prestado.
(Fim citação)

Essencialmente, isto é o que dá estar a ler textos sobre desempenho e afins para a minha tese (sim, um ser destes está a fazer uma dissertação de mestrado) enquanto falo sobre sexo pelo messenger.


Ah! E já agora, caso não saibam como envergonhar muito uma pessoa, fazer o que acabei de fazer com este post parece ser uma boa forma.

Pancadas: cada um tem a sua!

Se há coisa que me chateia, mas que me chateia muito, mas mesmo, mesmo, mesmo muito, ... ... ... ... é ver-me obrigado a ter de meter a roupa por dentro das calças.

sábado, 21 de novembro de 2009

Mula da Agonia - Virgem Suta

Para aligeirar o estado depressivo e deprimente deste blog nos últimos tempos, deixo esta música destes senhores, que são simplesmente geniais, e a cujas letras devia prestar muito mais atenção e aprender alguma coisa com elas.



terça-feira, 17 de novembro de 2009

Frase do dia

Algures num comentário no mundo encantado dos blogs deparei-me com a seguinte frase:

«Quem não conhece o amor obviamente que não acredita nele.»



Porque há frases que sem avisar nos atingem como um valente murro no estômago.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Este país é uma comédia!

É incrível. A incompetência neste país até ao mundo do crime já chegou.
Definitivamente, já não se fazem ladrões como antigamente, pá! (Ver notícia)

E ainda bem, que assim sempre temos do que nos rir:

In Correio da Manhã

domingo, 15 de novembro de 2009

"O Tempo é um carro novo sem a marcha atrás"

Isto não é nada original de se dizer, mas realmente o desejo que mais me corre os pensamentos nos últimos tempos é o de poder ter um comando remoto que permita fazer pausa na vida durante um tempo e assim poder parar e voltar a respirar, antes que sufoque de vez nesta amargura.






(Título - citação da música 'Sem marcha atrás' dos Donna Maria)

Trocando por miúdos...

A situação psicológica actual é mais ou menos esta:

video

Por muito que não a queira neste estado.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Carta Aberta ao Sr. Freitas

Caro Sr. Freitas,

Tenho muito gosto em saber que nos FREITAS Supermercados o Arroz Ceifeira 1kg esteja a 0,49€, e que o Azeite Condestável 1Grau 0,75l esteja a 1,95€.
Essencialmente, folgo em saber que nos FREITAS Supermercados tenham aderido às novas tecnologias e estejam que nem uns doidos a enviar mensagens de telemóvel ao acaso numa tentativa de cativarem novos públicos. E fico também muito feliz por si por certamente ter aderido às maravilhas do tarifário Moche da TMN e não pagar nada pelas mensagens que envia.
No entanto, para além de não ser habitual fazer compras, e quando as faço não ligar nenhuma a onde vou, eu não faço a mais pequena ideia onde raios ficam os FREITAS Supermercados, não tendo nunca visto um seu estabelecimento em toda a minha vida.
Onde eu quero chegar com isto tudo é que, se há coisa mais inútil e caricata, é o Sr. estar a gastar o seu tempo ao todas as semanas me enviar as novidades dos FREITAS Supermercados para o meu telemóvel.

Obrigado.

Ass: Metacrítico

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Porque nada é intransponível

Há 20 anos atrás o Mundo demonstrava que tem potencial para ser um lugar melhor, e que todas as barreiras, por mais difíceis que sejam, podem ser ultrapassadas.
A pergunta que fica é se esse potencial demonstrado há vinte anos foi, ou melhor, tem sido e será bem aproveitado pela humanidade.



sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Estou admirado com a admiração

Não percebo o porquê de tanto espanto e admiração com o já famoso caso Face Oculta. Num país de Sacanas e Chicos Espertos, esperavam o quê?

O país que não queira, isso sim, tirar ilações políticas disto, que não é preciso. É deixar os mesmos continuarem por lá alternadamente a meterem ao bolso o que resta e vamos ver em que buraco paramos.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Viver...

Sempre me perguntei o que raios quero eu da vida. E sempre o perguntei porque de facto nunca o soube. E nem sei se alguma vez o saberei; algo que é certamente a fonte de grande parte das minhas frustrações e maneira de ser.

E toda esta auto-terapia de algibeira (que é melhor ficar por aqui para não correr o risco de me tornar ainda mais deprimente) é culpa (no bom sentido) do "reviver" de uma música simplesmente genial dos Virgem Suta e que me deixa sempre melancólico.

Infelizmente, não a encontro em formato replicável aqui no blog, por isso fica a letra:

«Diz o poeta tristemente em seu verso
"Viver é ir morrendo lentamente"
Para mim é um compromisso consciente
Com o fim do qual não há regresso

É um tapete que rola sob nós
É um bilhete que se tira ao nascer
É um roteiro com destino por saber
É um rio que desliza para a foz

É não saber se ao sair se irá voltar
É avançar sem deixar de olhar para trás
É ao partir não saber se se é capaz
É adormecer sem certeza de acordar

Diz o escritor nesse triste pensamento
"Crescer é ter contacto com a morte"
É ver no dia-a-dia a sua sorte
Tomar asas, desaparecer com o vento

É soluçar sem saber porque se chora
É reclamar à morte quem se quer bem
É ser de todos e não ter ninguém
É ver passar o dia hora a hora

É não saber se ao sair se irá voltar
É avançar sem deixar de olhar para trás
É ao partir não saber se se é capaz
É adormecer sem certeza de acordar»
~Virgem Suta - Viver