domingo, 26 de março de 2017

"Grandes" mentes pensam da mesma forma



Nintendo, já não sou só eu  a constatar o óbvio... (ler aqui)





terça-feira, 21 de março de 2017

«É para o teu próprio bem»


Mentiras caridosas. Toda a nossa vida é composta de mentiras caridosas. Ou toda ela uma grande mentira caridosa em si mesma. E assim vamos na esperança de prosseguirmos anestesiados até ao fim dos nossos dias. Até ao momento em que temos que olhar a verdade de frente, encará-la bem nos olhos e acabar consumidos por toda uma dose de realidade tomada à força de uma só vez.
No fim de tudo, quando nada mais restar que a admissão do fim da nossa existência, não há consolo algum, não há aceitação do nosso destino. Estamos tão perdidos como da primeira vez que constatámos que um dia nada mais seremos que uma memória. Aqueles segundos do mais aterrador  e angustiante pânico rapidamente abafados por um Superego que nos sussurra que "tudo ficará bem".
"Olha que espectáculo tão bonito... Ignora os bastidores".



quinta-feira, 9 de março de 2017

As consolas e eu


Confesso que, apesar de gostar muito de jogos de vídeo, nunca fui grande jogador. E para além disso, o meu passado de consolas consistiu até ao momento em adquirir as mesmas para constatar que meses depois haviam sido descontinuadas. Sentido de oportunidade nunca foi o meu forte, caso restassem dúvidas. E por isso desde a Nintendo 64 que não comprava uma. Até esta semana. 






A nova Nintendo Switch deixou-me curioso e lá coloquei a minha conta bancária à prova, na esperança que seja desta vez que quebro o enguiço com as consolas. As potencialidades são bastante interessantes, a versatilidade dos comandos está a ser uma experiência positiva, e a nova funcionalidade de transição de modos entre portátil e fixa cumpre o que promete. E sejamos honestos, Nintendo, quando se lembraram desta ideia não foi para se poder ir para a rua jogar. Quem teve esta ideia foi garantidamente para poder ir à casa de banho sem ter que parar de jogar.

Foi, não foi? Admite-o, Nintendo!


quarta-feira, 8 de março de 2017

Constatações propiciadas por dias temáticos


Praticamente apenas nas situações de salário mínimo as mulheres recebem de forma igual aos homens, e eu acredito que tal acontece porque as entidades empregadoras estão legalmente impedidas de lhes pagar abaixo disso.

... Feliz dia da Mulher?



sábado, 4 de março de 2017

Coisas óbvias que se descobrem aos 30 anos com uma gastroenterite



Papas de aveia não são afinal a mesma coisa que Nestum...

É tudo por hoje. Vou só para ali acabar de comer o que resta deste bocado de cartão molhado... papas, queria dizer papas...



terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Sufocos


A sensação de que a vida me escorre por entre os dedos como grãos de areia é cada vez mais recorrente. Possivelmente paranóias de um recém trintão com assuntos mal resolvidos, ou o eventual momento de experiência fora de corpo, que ocorre desde que me conheço como gente, de olhar sempre reprovador.

Isso tudo ou apenas o resultado de um sentimento de culpa latente, exsudado de um corpo e mente que já não recuperam como antigamente ao serem forçados a trabalhar numa terça-feira de Carnaval depois de uma noitada mascarado de Tartaruga Genial algures por Évora.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Quando os memes transbordam para a vida real


Finalmente um tema suficientemente idiota para ser abordado neste espaço. Parece que o presidente da Islândia causou "polémica" ao dizer, em tom de graçola, que se pudesse bania o ananás das pizzas (ler aqui).

Alguém que frequente a Internet há algum tempo, saberá que há todo um movimento anti-ananás em pizzas por aí, ao ponto de existir todo um rol de memes para aí desde 2009 sobre o assunto (ler aqui). Acredito que o presidente da Islândia soubesse disso e que tenha tentado aproveitar a onda e posicionar-se do lado aparentemente mais popular, mas o tiro saiu-lhe pela culatra ao esquecer-se de toda uma outra tendência nas redes sociais: onde apareça alguém minimamente famoso a formar uma opinião, ainda que seja em forma de piada, surge sempre um grupo de indignados anónimos para arrasar essa opinião.

Já eu, confesso-me surpreendido. Sendo que sempre pertenci à minoria que não só adora ananás nas pizzas, como só consigo tolerar o raio do fruto se estiver numa pizza (e vá, em tostas também, mas não vem ao caso agora!), vejo neste momento toda uma revolta a favor desta minoria e todo um apoio onde antes só existia desprezo e ódio virtual irónico. Por isso, obrigado sr. presidente da Islândia por me fazer sentir menos só. Apenas lamento é a sensação de que a companhia seja composta de Trolls. É mais ou menos como de repente estar a viver fisicamente dentro do site 4chan. Temos a companhia de seres vivos sim, mas o preço a pagar por isso é acabarmos com a nossa alma conspurcada e quebrada para a vida.

Vamos então manter a Internet dentro da realidade virtual, está bem? A sanidade mental da humanidade agradece.... Pronto, é apenas a minha sanidade mental que agradece.


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Sabes que falaste de mais do novo presidente dos estados unidos...


... quando o tráfego do teu blog está neste estado:





First world problems - considerem-se avisados para o conteúdo vazio deste post



Um tipo agora chega a casa do trabalho, liga a televisão num dos poucos canais onde sabia que ainda conseguia assistir a entretenimento alternativo e apercebe-se que "O melhor futebol do mundo está na SIC Radical". A sério? O que vamos ter a seguir, Sr. Pedro Boucherie Mendes? Documentários de caça e pesca na SIC Mulher? Programas de saúde e bem-estar na SIC K?...

Eu percebo que nestas coisas as audiências é que mandam, e que para futebol há público em excesso, ou não estivessem já os canais generalistas e de notícias deste país a passar e a falar de bola a toda a hora, mas fui levado a crer que o propósito deste canal seria o de mostrar conteúdos alternativos aos canais generalistas e arriscados até, "fora da caixa". Futebol brasileiro - que me desculpem os peritos da televisão - na minha opinião de consumidor não é nada disso, é mais do mesmo.

Já estive mais longe de aderir ao Netflix...