No que toca ao "Amor" não sou das pessoas que mais sorte tem tido. Em grande parte por minha culpa. E depois de tanto murro no estômago e deste quase me ter derrubado de vez, é curiosamente com grande indiferença que o vejo chegar de novo. De mansinho, matreiro, a dar-me o maldito isco para ver se eu alinho na dança.
Não volto a cair nas ratoeiras dum inconsciente que na verdade quer é manter-me ocupado com falsas esperanças de afecto. Desta vez sei perfeitamente o que vai acontecer se for por aí. E sinceramente não o quero, pois sei que não levará a nada a não ser a um estado mais miserável que o actual.
Estou apaixonado, sim e há algum tempo. Já não tenho medo de o admitir. Principalmente porque estou perfeitamente consciente que este sentimento não passa de uma reacção. Uma reacção à solidão. Até o isco do "Amor", Ela, completamente inalcançável obviamente. A intenção é claramente espalhar-me ao comprido. É tudo inconscientemente propositado. Por isso desta vez fico-me por aqui, pois sei que a realidade é bem diferente daquilo que as minhas hormonas me querem fazer crer.
Qual "Amor" qual quê?! Necessidades, isso sim!
Não volto a cair nas ratoeiras dum inconsciente que na verdade quer é manter-me ocupado com falsas esperanças de afecto. Desta vez sei perfeitamente o que vai acontecer se for por aí. E sinceramente não o quero, pois sei que não levará a nada a não ser a um estado mais miserável que o actual.
Estou apaixonado, sim e há algum tempo. Já não tenho medo de o admitir. Principalmente porque estou perfeitamente consciente que este sentimento não passa de uma reacção. Uma reacção à solidão. Até o isco do "Amor", Ela, completamente inalcançável obviamente. A intenção é claramente espalhar-me ao comprido. É tudo inconscientemente propositado. Por isso desta vez fico-me por aqui, pois sei que a realidade é bem diferente daquilo que as minhas hormonas me querem fazer crer.
Qual "Amor" qual quê?! Necessidades, isso sim!
