sábado, 28 de janeiro de 2017

O e-factura faz-me comichão



Não só sempre que acedo ao site, me corre um arrepio pela espinha abaixo e me lembro disto:




Como sempre que começo a percorrer os registos das facturas e a reparar em alguns dos nomes das empresas associadas me ocorre isto:





terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Outra vez arroz



Algo que está assente no meu local de trabalho é que a marcação de férias para o ano é apenas uma cortesia para termos a ilusão de controlo durante o processo.


Colega de trabalho: Então, já te chamaram por causa das férias? 

Eu: Já, já...

Colega de trabalho: Que semanas tiveste que mudar?

Eu: Deixa cá ver... ... ... foram todas...



quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Mais uma constatação sobre o frio que está neste país



Não, não tenho nenhuma foto do painel do meu carro com a temperatura, lamento. Mas não pude deixar de notar que hoje de manhã, quanto mais me aproximava do meu local de trabalho, mais a temperatura do carro baixava. Depois lembrei-me que na Divina Comédia um dos círculos do Inferno é suposto ser gelado e tudo passou a fazer sentido.


sábado, 14 de janeiro de 2017

Only Human



Westworld foi sem dúvida das melhores séries que vi nos últimos tempos. Não só porque assistir a Anthony Hopkins representar é sempre um privilégio, como também por toda a premissa em torno das questões da inteligência artificial ter permitido uma reflexão muito bem conseguida acerca da condição humana.



quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A minha casa é um lugar estranho


Viver com muita gente é algo sempre propício a momentos no mínimo sui generis, mas aqui na minha casa, por vezes, acho que há um esforço genuíno em ultrapassar a fasquia. Hoje de manhã, a caminho da casa de banho, cruzei-me com isto:




Tendo em conta que há meia hora atrás ainda lá estava, já não sei se não será afinal uma instalação artística de arte contemporânea. O que levanta dois problemas. 

1 - Não estamos a cobrar bilhete para o público vir ver a coisa. 
2 - Tenho hidroginástica amanhã e preciso da touca...


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Momento parvo do dia


Acho que descobri o segredo da fama e da glória para este ano. Basta criticar Donald Trump, esperar que ele, como bom bebé chorão que é, nos venha responder no Twitter com um "Quem diz é quem é! Espelho, espelho!", aguardar pelos milhões de visualizações em poucas horas, e ter como consequência a rede social de onde o fizemos a nossos pés com um contrato milionário para escrevermos ou dizermos umas idiotices de vez em quando.

Delirante, eu? Não vejo porquê?... 

Por isso cá vai: vamos ter um monte de esterco à frente do país mais poderoso deste planeta!

Pronto, agora é esperar.


Antevejo uma época magnífica para as redes sociais. Não tanto para o mundo real...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Actualização Tinderiana







Não, não há nada de novo... (ler aqui).


E depois de publicar isto, começo a sentir-me demasiado tentado em colocar a foto da aplicação exactamente assim...



domingo, 8 de janeiro de 2017

Um velho do jardim


Do alto do jardim vê-se toda uma parte da cidade. Velhos labirintos de ruas formados pelas brancas casas encosta abaixo desaparecem na muralha até dar lugar a campos verdes sem fim percorridos por estradas onde por vezes se vislumbram carros a passar. O céu cinzento ameaça cair sobre toda aquela paisagem enquanto um velho de olhar cansado e triste fita o horizonte sentado no muro mais próximo. Enquanto ajeita a boina no topo da cabeça, suspira e pega um lenço do bolso com o qual limpa a fronte, sem nunca retirar da paisagem o olhar perdido. Busca, quem sabe, na vastidão do cenário o fio à meada de toda a uma história de vida ou, talvez procura se a linha do horizonte se mantém no mesmo sítio.



(rascunho inacabado de 19/02/2013.
Trazer à luz do dia devaneios obscuros do passado
 é um exercício de introspecção no mínimo curioso.)



sábado, 7 de janeiro de 2017

Figuras incontornáveis


Disse algumas vezes em conversa, meio a sério, meio a brincar, que temos uma democracia à imagem e semelhança de Mário Soares. Tanto no que ela tem de bom, como no que tem de mau também.

Gostássemos ou não da personagem, no mínimo isso lhe devemos. Mário Soares morreu a 07-01-2017 aos 92 anos (ver aqui). Enquanto português só me resta esperar que aquilo que ajudou a criar dure muito mais tempo.