segunda-feira, 29 de setembro de 2014

To the Geek Land!






Em Dezembro, num Porto perto de si.


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

A deixar médicos abismados desde 1986


Está decidido. Quando morrer, deixo o meu tubo digestivo para a ciência. 

Have all the fun I didn't have!


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Férias






Acho que ainda não é este ano que vou à praia...

yay...

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Resumindo


Isto anda tão mau, tão mau, que nem mesmo nos sonhos fico com a rapariga.


sábado, 30 de agosto de 2014

Oh, for the love of...



Admirável mundo novo onde até já os preservativos são de aloe vera...




quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Coisas que me vão passando pela cabeça



Espírito Santo, Angeles... É tudo gente muito católica.


sábado, 9 de agosto de 2014

«Estou-me rebolando numa grande caridade por mim»




«Coitado do Álvaro de Campos...»

E é isso. Boa noite.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Afinal não sai caro



Então não é que o Expresso e a Visão vão continuar com os livros versão repartida e barata do Game of Thrones? Retiro o que disse antes (ver aqui), e faço uma vénia de agradecimento ao grupo Impresa neste momento por me permitir continuar a ser forreta.

Encher chouriços

Os directos a partir dos locais de determinados acontecimentos durante os espaços noticiosos são sempre uma animação. Mais ainda quando os repórteres se lembram de fazer perguntas às pessoas que estão nos locais desses acontecimentos. Hoje de manhã, por exemplo, a sic notícias tem estado em vários centros de saúde a acompanhar a greve dos médicos, e num desses esclarecedores directos, a repórter começa a questionar os utentes que estão por ali sentados sobre se sabem se vão ou não ser atendidos, obtendo as respostas previsíveis: "não sei", "não faço ideia". Até que se aproxima de uma senhora e lhe pergunta «há quanto tempo está à espera?» e a resposta obtida é um singelo «eu não sei onde estou...» seguido de um silêncio confrangedor com o microfone parado em frente à senhora.

domingo, 6 de julho de 2014

Quase

Peguei em mim e no fim da minha semana de férias e fui comer para Lisboa. Digo comer, pois entre pães de Deus e bolas-de-Berlim da padaria portuguesa, hamburgers austríacos que davam para alimentar uma aldeia na Etiópia e croissants da pastelaria o careca, pouco mais fiz por lá.

Lisboa, um homem conquista-se pelo estômago, e nós estamos quase com as pazes feitas. Quase.