Ontem, em momento de nostalgia musical com a S., antes da fasquia descer para níveis vergonhosamente baixos (tesourinhos que não lembram ao menino Jesus!) relembrei-me que há muito, muito tempo tive eu uma pequena paixoneta por esta senhora até "lhe perder o rasto".
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Isto lá no fundo é tudo uma grande comédia
Olá, sou especialista em juventude, estando a tirar neste momento uma pós-graduação em idade adulta, mas já a pensar num doutoramento em velhice no futuro. Não se arranja por aí também um tachinho no estado por 3 mil euros, não? (contexto aqui).
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
É de facto muito simbólico
Num país já ele completamente de "patas para o ar", hastear um dos símbolos desse mesmo país de cabeça para baixo precisamente nas últimas comemorações oficiais da instauração da sua república em que haverá feriado, é no mínimo poético (ler aqui).
in expresso
P.S. - Parece que hastear uma bandeira ao contrário, de acordo com os códigos militares, significa que o local foi tomado pelo inimigo.
...
Depois disto, não há mesmo mais a acrescentar.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Greve do Metro
Hoje houve uma e ainda não me acertei com o esquema da coisa para apanhar a alternativa, que nesses dias é um caos. Ora chego a horas, ora acabo por me atrasar uma hora e meia, ora chego quase duas horas antes do tempo (entro às nove...).
De qualquer das formas, acho estes acontecimentos fascinantes, pois é em momentos como estes que somos premiados com a contemplação daquilo que está mesmo lá no fundo do carácter das pessoas, com o âmago do ser humano. E não é bonito. Mesmo nada bonito. Se algum dia formos confrontados com a eminência do fim do mundo, acredito piamente que nos matamos todos uns aos outros antes dele efectivamente acabar.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Um dia de trabalho normal
Cantarolar músicas do Sinatra enquanto trabalho; ter de procurar para a patroa os contactos de uma empresa para acabar por me deparar, na zona da equipa dessa empresa no seu site oficial, com fotos do Mantorras no lugar de todos os membros da mesma; acabar por me distrair no final do dia e deixar sair o comentário dirigido a uma colega «então, se as temos é para as mostrarmos!». Nada de novo por aqui.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Assim não dá...
Vêm aí os novos estagiários. E obviamente tinha de existir uma estagiária gira (outra).
E lá se vai a produtividade toda.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Acordai!
Que estes tempos de indignação (ler aqui) sirvam para um maior envolvimento e exigência por parte da sociedade civil na política do país. Que sirvam para que os políticos deste país comecem a trabalhar para o bem do mesmo e não para o bem do seu bolso ou do bolso dos seus amigos e familiares. Que sirvam para responsabilizar quem deve ser responsabilizado por esses "erros de governação" que nos saíram demasiado caros. Que sirvam para exigir uma democracia verdadeiramente justa e sustentável.
«É a Hora!»
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Here we go again
Lá se acabaram as duas semanas de férias, regressei a Lisboa e lá fui trabalhar hoje. Não sei que se passa comigo e com esta cidade que, mal cá ponho os pés, desfaço-me em água ao menor movimento: todo eu sou suor. Como se não bastasse isso, a cidade resolveu receber-me da melhor maneira que sabe: com uma greve da Rodoviária de Lisboa. Nem me importaria muito, não fosse ter afectado apenas o regresso a casa. E o regresso a casa para mim é sagrado.
De resto, pensei que a pausa me reanimasse a vontade de regressar ao trabalho, como costumava fazer nos tempos de escola, mas quando a única coisa que se aproveita no meu trabalho é o facto de sair a horas, a vontade de regressar pelos vistos não aparece.
No entanto, hoje também me confirmaram que este ano o 5 de Outubro ainda é feriado e calha a uma sexta-feira. Nem tudo foi mau afinal.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
A digerir a coisa...
Estas duas semanas de férias têm sido prósperas em constatações, mas a mais complicada de digerir é a de aparentemente existirem afinal seres humanos do sexo feminino que me consideram «um rapaz jeitoso». E eu não estou psicologicamente preparado para isso.
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