segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Assim não dá...

Vêm aí os novos estagiários. E obviamente tinha de existir uma estagiária gira (outra).




E lá se vai a produtividade toda.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Acordai!



Que estes tempos de indignação (ler aqui) sirvam para um maior envolvimento e exigência por parte da sociedade civil na política do país. Que sirvam para que os políticos deste país comecem a trabalhar para o bem do mesmo e não para o bem do seu bolso ou do bolso dos seus amigos e familiares. Que sirvam para responsabilizar quem deve ser responsabilizado por esses "erros de governação" que nos saíram demasiado caros. Que sirvam para exigir uma democracia verdadeiramente justa e sustentável.

«É a Hora!»

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Das origens da crise

Trocado por miúdos, é isto.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Here we go again

Lá se acabaram as duas semanas de férias, regressei a Lisboa e lá fui trabalhar hoje. Não sei que se passa comigo e com esta cidade que, mal cá ponho os pés, desfaço-me em água ao menor movimento: todo eu sou suor. Como se não bastasse isso, a cidade resolveu receber-me da melhor maneira que sabe: com uma greve da Rodoviária de Lisboa. Nem me importaria muito, não fosse ter afectado apenas o regresso a casa. E o regresso a casa para mim é sagrado.
De resto, pensei que a pausa me reanimasse a vontade de regressar ao trabalho, como costumava fazer nos tempos de escola, mas quando a única coisa que se aproveita no meu trabalho é o facto de sair a horas, a vontade de regressar pelos vistos não aparece.
No entanto, hoje também me confirmaram que este ano o 5 de Outubro ainda é feriado e calha a uma sexta-feira. Nem tudo foi mau afinal.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A digerir a coisa...

Estas duas semanas de férias têm sido prósperas em constatações, mas a mais complicada de digerir é a de aparentemente existirem afinal seres humanos do sexo feminino que me consideram «um rapaz jeitoso». E eu não estou psicologicamente preparado para isso.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Água mole em pedra dura...

A paciência tem limites. A compreensão para medidas de austeridade sucessivas que não funcionam, também. E se o actual governo ainda não o percebeu, é melhor que se vá mentalizando, pois se hoje foi a ministra da agricultura que ia levando com um ovo pela tromba (ler aqui), amanhã a coisa poderá não ter tanta piada.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Todo eu sou uma metáfora mal esgalhada

Como se não bastasse agora, qual locomotiva, funcionar a carvão activado, a mudança anual dos farolins arrisca-se a fazer mossa na solvência da CP.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Desabafos

Luto há vários meses, em vão, contra a inércia da escrita. Não é nada que não me tenha acontecido antes, mas desta vez tudo, cá dentro, parece vazio e a vontade, aquela irrequieta comichão na ponta dos dedos, desapareceu para parte incerta. Dizem-me que se quero escrever não posso parar, que tenho de insistir, mas comigo isso não funciona. A escrita nunca foi para mim uma actividade séria, nem talento tenho para tal, sei-o bem. Sempre foi mais um remédio, uma purga mental daquilo que me consumia. E agora parece que já não há aqui nada.
Talvez a monotonia solitária de um início de vida de gente crescida me tenha consumido a ilusão e apagado a chama da esperança num futuro e num mundo interessantes e inesperados. Talvez por isso nada tenha restado a não ser o vazio. Ou então, também não ajude pensar que conheço finalmente os monstros que me atormentavam e que tenha encontrado forma de os manter saciados e aprisionados. Mas não vamos por aí e deixemo-los estar como estão. Que uma vida inteira de desejos e actos reprimidos de alguém que nunca partiu um prato numa adolescência não vivida e que sempre fez o "correcto" em detrimento de tudo o resto, são um aglomerado corrosivo e perigoso de mais para se deixar indiscriminadamente à solta.
Mas o tramado nisto tudo é que sendo eu o pãozinho sem sal que sou, e que já quase nada de interessante ou de apelativo tinha para o sexo oposto e restantes seres humanos em geral, vejo-me agora sem o pouco que podia ainda de alguma forma aproveitar para me manter sociável. Algures, pelo caminho, perdi-me. Não sei se consigo voltar a encontrar-me.

domingo, 2 de setembro de 2012