Não se deixem levar pelas notícias recentes sobre as intromissões duvidosas da Maçonaria no poder (ver exemplos aqui). Com tanto suposto secretismo sobre estas sociedades, sobre a exclusividade elitista dos seus membros e sobre o que lá farão nos dias de hoje, tenho cá para mim que o que se passa realmente nesses ajuntamentos de homens graúdos de avental na anca - repletos de "rituais misteriosos e místicos" - será mais ou menos isto:
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Ao T.
(Private joke!)
Que defendeu hoje a sua tese e que merecia certamente mais do que a nota que lhe foi dada. Mas a vida é assim e o que interessa é que já tens esta fase arrumada, rapaz.
Bem-vindo ao "clube"! ;)
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Et tu, Google?!
Alguém veio parar hoje a este blog através da pesquisa por «entao ja arranjaste trabalho?».
(contextualização aqui)
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
«Paranoia, paranoia, everybody's coming to get me!»
O Sr. Chavez, como quem não quer a coisa, ocorre-lhe que os Estados Unidos poderão estar a provocar cancro nos Presidentes da América do Sul (ver aqui) e eu, ao ler isto, a primeira coisa que me vem à cabeça é a música que se segue, vá-se lá saber porquê.
Mas obrigado Sr. Chavez, pois com isto, a música do post anterior foi finalmente retirada do meu pensamento. A minha sanidade mental agradece... E daí, talvez não.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
New brain needed
Digam o que disserem, a consequência negativa da época natalícia não é a ingestão excessiva de comida boa e doces ricos em açúcar, nem a febre consumista por comprar presentes. O grande problema desta festividade é ter uma sala de jantar atulhada de gente a querer ver a Casa dos Segredos durante os jantares da véspera e do dia de Natal. Isto sem falar da minha cara de escandalizado quando oiço a minha madrinha dizer que quer ver a "Fanny", mas afinal referia-se a uma pessoa ... A sério? Há mesmo uma tipa ali que se chama "Fanny"?! (ver definição aqui)
Mas deixando de lado o facto curioso de termos uma alminha que tem como alcunha aquela zona do corpo feminino, no meio disto tudo há que reconhecer que o George Constanza é que tinha razão.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Modernices
Começo a achar que a minha mãe é uma criadora de tendências incompreendida e que com a chegada eminente da menopausa a coisa está a agravar-se. A ideia deste ano foi dizer a algumas pessoas para virem cá a casa comer bolo de aniversário, mas convidá-las especificamente para o único momento em que o aniversariante não estaria em casa e em que ela sabia que o aniversariante não poderia estar presente.
A minha mãe é uma revolucionária, é o que é!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
É bom saber...
(In Público)
E pronto, aqui temos a estratégia e a única solução deste governo para resolver os problemas dos portugueses: "fujam enquanto podem!" Depois não digam que eles não nos avisaram.
Um quarto de século
Quem me conhece sabe que eu não gosto muito de celebrar o meu aniversário.
E não gosto porque, por um lado, não gosto de marcos que nos recordem que o tempo passa sem nos perguntar se nos apetece ou se estamos prontos. E para alguém que é um procrastinador nato como eu face à vida, isto de agora ter de corresponder a determinada faixa etária antes de considerar que vivi o que tinha a viver, é chato.
Por outro lado, sofro do trauma que a maioria das crianças que nasceram em Dezembro sofrem, ou seja, fazer anos na época natalícia. Chega-se a esta altura e já sei o que vou ouvir de quase toda a gente: "ah, isto é prenda de anos E de Natal!". E sendo que estou num país do ocidente consumista, ouvir algo deste género traumatiza qualquer um para o resto da vida. Não é bonito e não se faz.
E eis-nos chegados aos 25 anos. Como se não bastasse tudo o resto, este será o ano em que certamente irei ouvir de forma ainda mais incessante coisas como "então, já arranjaste trabalho, meu malandro? ... Um em que te paguem como às pessoas a sério!" ou "Então, não achas que já era altura de casares? Os teus primos já assentaram todos..." ou em alternativa "E namorada, quando é que arranjas? Nunca mais vimos nenhuma... deves ser mas é maricas!"
Mal posso esperar...
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