«Atira-me água benta! la la la»
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
New brain needed
Digam o que disserem, a consequência negativa da época natalícia não é a ingestão excessiva de comida boa e doces ricos em açúcar, nem a febre consumista por comprar presentes. O grande problema desta festividade é ter uma sala de jantar atulhada de gente a querer ver a Casa dos Segredos durante os jantares da véspera e do dia de Natal. Isto sem falar da minha cara de escandalizado quando oiço a minha madrinha dizer que quer ver a "Fanny", mas afinal referia-se a uma pessoa ... A sério? Há mesmo uma tipa ali que se chama "Fanny"?! (ver definição aqui)
Mas deixando de lado o facto curioso de termos uma alminha que tem como alcunha aquela zona do corpo feminino, no meio disto tudo há que reconhecer que o George Constanza é que tinha razão.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Modernices
Começo a achar que a minha mãe é uma criadora de tendências incompreendida e que com a chegada eminente da menopausa a coisa está a agravar-se. A ideia deste ano foi dizer a algumas pessoas para virem cá a casa comer bolo de aniversário, mas convidá-las especificamente para o único momento em que o aniversariante não estaria em casa e em que ela sabia que o aniversariante não poderia estar presente.
A minha mãe é uma revolucionária, é o que é!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
É bom saber...
(In Público)
E pronto, aqui temos a estratégia e a única solução deste governo para resolver os problemas dos portugueses: "fujam enquanto podem!" Depois não digam que eles não nos avisaram.
Um quarto de século
Quem me conhece sabe que eu não gosto muito de celebrar o meu aniversário.
E não gosto porque, por um lado, não gosto de marcos que nos recordem que o tempo passa sem nos perguntar se nos apetece ou se estamos prontos. E para alguém que é um procrastinador nato como eu face à vida, isto de agora ter de corresponder a determinada faixa etária antes de considerar que vivi o que tinha a viver, é chato.
Por outro lado, sofro do trauma que a maioria das crianças que nasceram em Dezembro sofrem, ou seja, fazer anos na época natalícia. Chega-se a esta altura e já sei o que vou ouvir de quase toda a gente: "ah, isto é prenda de anos E de Natal!". E sendo que estou num país do ocidente consumista, ouvir algo deste género traumatiza qualquer um para o resto da vida. Não é bonito e não se faz.
E eis-nos chegados aos 25 anos. Como se não bastasse tudo o resto, este será o ano em que certamente irei ouvir de forma ainda mais incessante coisas como "então, já arranjaste trabalho, meu malandro? ... Um em que te paguem como às pessoas a sério!" ou "Então, não achas que já era altura de casares? Os teus primos já assentaram todos..." ou em alternativa "E namorada, quando é que arranjas? Nunca mais vimos nenhuma... deves ser mas é maricas!"
Mal posso esperar...
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Da(s) morte(s)... e da vida
“The only position that leaves me with no cognitive dissonance is atheism. It is not a creed. Death is certain, replacing both the siren-song of Paradise and the dread of Hell. Life on this earth, with all its mystery and beauty and pain, is then to be lived far more intensely: we stumble and get up, we are sad, confident, insecure, feel loneliness and joy and love. There is nothing more; but I want nothing more.”
~ Christopher Hitchens, in The Portable Atheist
Porque hoje quiseram as coincidências de mau gosto que não fosse só ele a partir, olhemos então para a vida, que nunca é longa o suficiente, e preocupemo-nos em vivê-la ao máximo.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Facebook, tu mimas-me!
E tens-me, quem sabe, em muito maior consideração do aquilo que devias...
A única notícia que tinha destacada há pouco nos feeds da página pessoal que tenho nesse site era esta:
Portugueses entre os mais activos e espontâneos sexualmente
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Com suores frios
É que acabei de me consciencializar sobre quanto é que já gastei e tenho ainda de gastar para que a minha Ordem me deixe trabalhar um dia destes. Só falta cobrarem-me o facto de existir e estar vivo. Vou só ali dar um tiro de misericórdia à minha conta bancária e já volto...
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Tesourinhos deprimentes*
Enquanto procurava por espaço num caderno usado, para o voltar a usar nos apontamentos do novo estágio, deparei-me com o seguinte "texto", da minha miserável autoria, e que me fez soltar um sorriso embaraçado:
«Quero arder no calor dos teus olhos. Mergulhar nas profundezas dos seus abismos e beber de tudo aquilo que já viveram. Quero consumir-me na paixão desse olhar assassino capaz de dizimar o solitário império em mim edificado e apaziguar de vez a penosa inquietude desta triste existência.»
Mais embaraçoso ainda foi constatar que, tendo em conta o caderno em causa, esta pérola muito pouco brilhante terá sido regurgitada, em circunstâncias incertas, algures entre finais de 2008 e o ano de 2010, logo há relativamente pouco tempo. E, como se não bastasse, já não faço a mínima sobre a que beldade feminina pertenciam os olhos em causa e que tanto furor me causaram na altura.
De resto pouco mudou. Aparentemente continuo à procura de alguém que me consuma de tal forma que me faça desaparecer da face do planeta; qualquer olhar bonito e matador me "desperta a atenção"; e o estilo de "escrita" continua a deixar muito a desejar.
*(Ou, como fazê-las fugir a sete pés)
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