quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Pancadas: cada um tem a sua!

Se há coisa que me chateia, mas que me chateia muito, mas mesmo, mesmo, mesmo muito, ... ... ... ... é ver-me obrigado a ter de meter a roupa por dentro das calças.

sábado, 21 de novembro de 2009

Mula da Agonia - Virgem Suta

Para aligeirar o estado depressivo e deprimente deste blog nos últimos tempos, deixo esta música destes senhores, que são simplesmente geniais, e a cujas letras devia prestar muito mais atenção e aprender alguma coisa com elas.



terça-feira, 17 de novembro de 2009

Frase do dia

Algures num comentário no mundo encantado dos blogs deparei-me com a seguinte frase:

«Quem não conhece o amor obviamente que não acredita nele.»



Porque há frases que sem avisar nos atingem como um valente murro no estômago.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Este país é uma comédia!

É incrível. A incompetência neste país até ao mundo do crime já chegou.
Definitivamente, já não se fazem ladrões como antigamente, pá! (Ver notícia)

E ainda bem, que assim sempre temos do que nos rir:

In Correio da Manhã

domingo, 15 de novembro de 2009

"O Tempo é um carro novo sem a marcha atrás"

Isto não é nada original de se dizer, mas realmente o desejo que mais me corre os pensamentos nos últimos tempos é o de poder ter um comando remoto que permita fazer pausa na vida durante um tempo e assim poder parar e voltar a respirar, antes que sufoque de vez nesta amargura.






(Título - citação da música 'Sem marcha atrás' dos Donna Maria)

Trocando por miúdos...

A situação psicológica actual é mais ou menos esta:



Por muito que não a queira neste estado.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Carta Aberta ao Sr. Freitas

Caro Sr. Freitas,

Tenho muito gosto em saber que nos FREITAS Supermercados o Arroz Ceifeira 1kg esteja a 0,49€, e que o Azeite Condestável 1Grau 0,75l esteja a 1,95€.
Essencialmente, folgo em saber que nos FREITAS Supermercados tenham aderido às novas tecnologias e estejam que nem uns doidos a enviar mensagens de telemóvel ao acaso numa tentativa de cativarem novos públicos. E fico também muito feliz por si por certamente ter aderido às maravilhas do tarifário Moche da TMN e não pagar nada pelas mensagens que envia.
No entanto, para além de não ser habitual fazer compras, e quando as faço não ligar nenhuma a onde vou, eu não faço a mais pequena ideia onde raios ficam os FREITAS Supermercados, não tendo nunca visto um seu estabelecimento em toda a minha vida.
Onde eu quero chegar com isto tudo é que, se há coisa mais inútil e caricata, é o Sr. estar a gastar o seu tempo ao todas as semanas me enviar as novidades dos FREITAS Supermercados para o meu telemóvel.

Obrigado.

Ass: Metacrítico

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Porque nada é intransponível

Há 20 anos atrás o Mundo demonstrava que tem potencial para ser um lugar melhor, e que todas as barreiras, por mais difíceis que sejam, podem ser ultrapassadas.
A pergunta que fica é se esse potencial demonstrado há vinte anos foi, ou melhor, tem sido e será bem aproveitado pela humanidade.



sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Estou admirado com a admiração

Não percebo o porquê de tanto espanto e admiração com o já famoso caso Face Oculta. Num país de Sacanas e Chicos Espertos, esperavam o quê?

O país que não queira, isso sim, tirar ilações políticas disto, que não é preciso. É deixar os mesmos continuarem por lá alternadamente a meterem ao bolso o que resta e vamos ver em que buraco paramos.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Viver...

Sempre me perguntei o que raios quero eu da vida. E sempre o perguntei porque de facto nunca o soube. E nem sei se alguma vez o saberei; algo que é certamente a fonte de grande parte das minhas frustrações e maneira de ser.

E toda esta auto-terapia de algibeira (que é melhor ficar por aqui para não correr o risco de me tornar ainda mais deprimente) é culpa (no bom sentido) do "reviver" de uma música simplesmente genial dos Virgem Suta e que me deixa sempre melancólico.

Infelizmente, não a encontro em formato replicável aqui no blog, por isso fica a letra:

«Diz o poeta tristemente em seu verso
"Viver é ir morrendo lentamente"
Para mim é um compromisso consciente
Com o fim do qual não há regresso

É um tapete que rola sob nós
É um bilhete que se tira ao nascer
É um roteiro com destino por saber
É um rio que desliza para a foz

É não saber se ao sair se irá voltar
É avançar sem deixar de olhar para trás
É ao partir não saber se se é capaz
É adormecer sem certeza de acordar

Diz o escritor nesse triste pensamento
"Crescer é ter contacto com a morte"
É ver no dia-a-dia a sua sorte
Tomar asas, desaparecer com o vento

É soluçar sem saber porque se chora
É reclamar à morte quem se quer bem
É ser de todos e não ter ninguém
É ver passar o dia hora a hora

É não saber se ao sair se irá voltar
É avançar sem deixar de olhar para trás
É ao partir não saber se se é capaz
É adormecer sem certeza de acordar»
~Virgem Suta - Viver