quarta-feira, 21 de outubro de 2009

É de família, dizem

Reparei recentemente que um dos meus primos tem um comentário no seu perfil do messenger sobre um escândalo recente, que de escândalo pouco tem a não ser se considerarmos as figuras tristes duma senhora já com alguma idade como tal. Estou a referir-me pois ao vídeo com alguns anos, mas algumas semanas de sucesso mediático, da Maitê Proença em Portugal.
Achei tão sem interesse e sem relevância, que na altura nem me apeteceu comentar, mas este comentário do meu primo deu-me que pensar. O comentário diz então o seguinte:

"A Maitê Proença não engole, cospe".

Pois bem, a conclusão é simples. A badalhoquice está-me no sangue.
Finalmente tenho uma justificação para dar perante os meus momentos mais insanos: "não liguem, é genético".

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Damn it!

Estou triste. Deixei passar a minha hipótese de poder ir ver o District 9 de forma legal e em condições aceitáveis. O cinema que de momento tenho mais próximo (no local de estágio) já lá não o tem e a minha santa terrinha deixou de ter cinema. Algo sempre bastante positivo para uma capital de distrito e que por acaso até é património mundial da cultura. Detalhes.

É que o filme parece estar tão bom...

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Desafios

Ao fim de um mês inteiro de estágio, eis que me surge agora o meu primeiro grande desafio.


Seleccionar currículos sem ser influenciado pelas fotografias das meninas bonitas que estão em alguns... (São tantas, tantas!)

sábado, 3 de outubro de 2009

Compilação de coisas parvas com que me deparei

Nos últimos tempos tenho assistido na televisão e na rádio a exemplos vários daquilo que eu considero vá, momentos de parvoíce descontrolada que não consigo mais guardar só para mim.

Destaco primeiro a publicidade irritante com o Ricardo Pereira sobre um conhecido champô, que por acaso até é o que uso, mas que me levou a ponderar mudar de produto capilar. Ora se formos a analisar a coisa, o senhor diz que na cabeça tem TUDO menos caspa graças ao champô, claro está. Serei o único a ver o deslize triste nisto? Um champô que só tira a caspa, o resto pode ficar. E até que outras interpretações sobre possíveis problemas conjugais passaram a ser possíveis com esta publicidade? Queremos mesmo ir por aí? Talvez seja melhor não...

Por coincidência, hoje na rádio ouvi a publicidade a um produto para matar piolhos em que uma professora pergunta a um rapazinho quantos anos tem. Até aqui nada do outro mundo, o momento parvo está mesmo quando o miúdo responde "anos não sei, mas piolhos tenho muitos!"Comentários a isto, ao contrário dos piolhos, não há muitos, mas não me sai da ideia uma coisa. Será que o rapaz usaria o mesmo champô do Ricardo Pereira? Se assim for, ao menos com a caspa pode deixar de se preocupar. (Definitivamente, vou mudar de champô!)

Voltando à televisão, esse espaço tão rico em momentos parvos, que raio de anúncio da tmn é aquele em que o Rui Costa e o Sá Pinto aparecem fundidos numa mesma pessoa?! E agora, ao que parece, também a Inês Castel-Branco e a Lúcia Moniz aparecem numa versão do mesmo. Serei o único a achar aquilo medonho?

Para terminar, gostaria de tentar perceber até que ponto sou uma pessoa normal, ou se serei definitivamente perturbado. Sou só eu, ou há algo de badalhoco (no mau sentido) na última música dos Fingertips quando o tipo repete incessantemente "do it to my face"? Eu sei que o tipo está a referir-se a algo que alguém tenha a dizer, mas é que essa expressão que referi faz-me lembrar coisas menos próprias... Se calhar tenho é de parar de ver certos filmes, não sei.

domingo, 27 de setembro de 2009

Invisibilidade Tecnológica?

Começa a preocupar-me seriamente o facto de as luzes com sensores de movimento que existem em algumas casas de banho se apagarem comigo lá dentro, e que as portas automáticas dos centros comerciais se fechem no exacto momento em que eu as vou atravessar.
Sou uma pessoa que gosta de não dar nas vistas, mas sinceramente tanto também não...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Porquê?! (nº9)

Mas porque é que quando as coisas nos estão a correr bem, e tudo se prepara para acabar em bem, vem algo que nos estraga logo tudo?

É que já começo a acreditar que alguém me rogou uma praga. Não tem havido uma semana descansada ultimamente. Livra!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Devaneios

Ao menos os devaneios estão intactos e sempre dá para maluqueiras DESTAS!

Estava tudo a correr tão bem...

E estava. Mas é que estava mesmo. Mas entretanto o meu organismo tinha de me relembrar que sou uma flor de estufa. E pronto, fim-de-semana prolongado.

sábado, 5 de setembro de 2009

It's the Final Countdown!

Pois é. Prestes a iniciar uma nova fase que se espera promissora, desafiante e sobretudo que se prevê como uma lufada de ar fresco: Estágio noutra cidade do país. Apesar de significar também que se acabou a boa vida e que nunca mais terei na vida mais do que um mês de férias (isto se tudo correr bem e não acabar por ser no futuro mais uma percentagem na estatística de desemprego). Apesar disso a "minha alma sorri" e por enquanto estou feliz. Sim, porque nervosismos só aparecem em cima do, e durante o, acontecimento, o que é sempre bom (ironia!).

Enfim, até lá é dizer um até já a todos os meus amigos!

E entretanto, hoje a ver se me alcoolizo um pouco, quem sabe. Afinal de contas há que abrir excepções de vez em quando. É dia de festejar!


domingo, 30 de agosto de 2009

É só mais um dia mau

Porque me apetece recordar Ornatos Violeta. E porque as coisas nem sempre correm como nós queremos. Enfim, é só mais um dia mau...



"Não quis guardá-lo para mim
E com a dimensão da dor
Legitimar o fim
Eu dei
Mas foi para mostrar
Não havendo amor de volta
Nada impede a fonte de secar
Mas tanto pior
E quem sou eu para te ensinar agora
A ver o lado claro de um dia mau

Eu sei
A tua vida foi
Marcada pela dor de não saber aonde dói
Mas vê bem
Não houve à luz do dia
Quem não tenha provado
O travo amargo da melancolia
E então rapaz então porquê a raiva
Se a culpa não é minha
Serão efeitos secundários da poesia

Mas para quê gastar o meu tempo
A ver se aperto a tua mão
Eu tenho andado a pensar em nós
Já que os teus pés não descolam do chão
Dizes que eu dou só por gostar
Pois vou dar-te a provar
O travo amargo da solidão

É só mais um dia mau"